sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O que é PROSECCO...suas origens...etc...

PROSECCO

Prosecco (em esloveno Prosek) é uma casta de uva branca da família da Vitis vinifera, originária da região do Veneto, Itália. Seu nome também identifica o vinho branco espumante em cuja produção é empregada.[1]




Apenas duas regiões tem direito a denominação de origem controlada as vilas de Valdobbiadene e Conegliano. Vinhos de outras partes do Veneto são classificados com indicação geográfica típica. podemos também mencionar o fato de que os espumates indentificados como prosecco de outros produtores fora da região delimitada, ultiliza a uva glera, que é uma casta branca, antes também chamada de uva prosecco, a mudança de nome ocorreu porque os produtores da região de valdobbiadene patentiaram suas técnicas e métodos de produção, não permitindo assim que outras vinicolas fora das regiões demarcadas ultilizasem o nome de proseco.





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  Prosecco
Espécie:
Outros nomes:
Verdiso (Itália)
Origem:
Cultivo:
Itália
Cor da uva:
branca
 
branco





DICAS...CADA MACACO NO SEU GALHO...OU CADA UVA NO SEU CACHO...RS...



Champagne:

é o rei leão dos espumantes, está no topo da pirâmide destes vinhos, até no preço. São mais intensos, ricos e de paladar apurado, com aromas que lembram panificação, às vezes de cor mais para o dourado. O espumante nasceu na região de Champagne, localizada no nordeste da França, e segue regras rígidas. As únicas uvas permitidas são: a branca chardonnay (dá finesse, notas florais e minerais), e as tintas pinot noir (frutas vermelhas e estrutura ao vinho) e pinot meunier (frutado). Estranhou o uso de tintas em champanhes? Mas é assim mesmo, são usadas tanto uvas brancas como tintas, o que dá a cor ou não a um vinho é o contato da bebida com as cascas.
Todo vinho sofre uma fermentação para transformar o açúcar da uva em álcool. Nos efervescentes, são duas. No champanhe, a segunda fermentação é feita na própria garrafa – a este método se dá o nome de champenoise, ou clássico. Além, claro, do terroir, da tradição e das uvas este método é o que dá a elegância e intensidade à bebida. Dos diferentes estilos de champanhes, os mais caros e refinafos podem ficar até dez anos repousando nas caves amtes de sair no mercado.
Champgne só em Champagne
Se topar com um espumante fora da França com o nome “champagne” gravado na etiqueta, desconfie. É a única região do planeta autorizada a usar esta designação nos rótulos. Na verdade, existem exceções que conseguiram burlar esta restrição, mas vale como regra.
Produtores importantes
Billecart-Salmon, Bollinger, Chrales Heidsieck, Drappier, Krug, Laurent-Perrier, Louis Roederer, Moët & Chandon, Pol Roger, Ruinart, Salon, Tattinger, Veuve Clicquot Ponsardin.



Crémant:

 espumante genérico francês, também elaborado pelo método clássico, produzido fora da região delimitada de Champagne, sendo que o maior volume vem da região do Loire. Costumam ter menos pressão e são mais ligeiros. Não há muita oferta de rótulos no Brasil.
Produtores importantesLouis Bouillot, Dopff au Moulin, Vigneau-Chevreau, Grandin



Cava:

outro espumante feito pelo método clássico – esqueceu o que é? Segunda fermentação na garrafa –, mas agora na Espanha, na região de Penedés, na Catalunha. As uvas são nativas: macabeo, viura (dão um toque frutado), parellada (acidez) e xarel-lo (acidez e potência). A Espanha é o segundo maior produtor de espumantes do mundo. A gigante Cordoniu coloca no mercado 130 milhões de garrafas ao ano. São facilmente encontradas nas prateleiras de supermercados e são deliciosos e potentes, vale experimentar.
Produtores importantes
Freixenet, Cordoniu



Prosecco: quem já passeou por este Blog do Vinho já sabe. Prosecco nada mais é que uma uva nativa da Itália, mais precisamente da região de Valdobbiadene e Canegliano, no Vêneto. Com ela, se faz este espumante que, ao contrário dos vinhos efervescentes anteriores, é elaborado pelo método charmat. O que é isso? Aqui, a segunda fermentação se dá em grandes tanques fechados de aço inoxidável que suportam altas pressões (a pressão do gás chega até a 7 atmosferas). Há proseccos mais refinados, eles chegam da região de Cartize, mas a grande maioria é uma bebida mais fácil, de cor mais clara e de sabor próprio. A propósito, há proseccos no mercado de grande volume bem ruins, se puder, evite. Tem prosecco no Brasil? Tem. E ao contrário do champanhe, pode ter seu nome estampado no rótulo. São frescos e honestos, uma boa opção aos italianos mais comuns.
Produtores importantes
Adami, Bisol, Mionetto e Nino Franco



Espumantes

(sparkling wines): nome genérico para todo vinho com duas fermentações. Há rótulos da Itália, da Argentina, de Portugal – em toda parte –, até a Inglaterra começou a se aventurar neste mercado. O Brasil produz espumantes premiados em vários concursos sérios e reconhecidos pela crítica internacional e nacional. O ranking promovido pela Playboy e já comentado neste blog é uma prova deste nível de qualidade. A grande maioria é elaborado pelo método charmat com bons resultados; algumas vinícolas arriscam o método clássico, nem sempre superiores ao charmat. No Brasil, além das uvas francesas chardonnay e pinot noir, é comum o uso da riesling itálico que teve boa adaptação no sul do país. Nossos espumantes se caracterizam pela boa acidez, frescor e média intensidade, um vinho de celebração, acima de tudo.
Produtores importantes
Aurora, Chandon, Dal Pizzol, Dom Cândido, Marson, Miolo, Piagentini, Pizzato, Salton, Valduga, Vallontano


Seco = brutOs espumantes e champanhes podem ser brut, sec e doux. Essas expressões nos rótulos indicam o
grau de açúcar por litro em cada garrafa. Atualmente, 80% do mercado são dominados pelo tipo brut, que é mais seco e com baixa concentração de açúcar. Sec, ao contrário do que parece, não é seco, mas levemente adocicado. Mais comum encontrar a expressão demi-sec. Doux dispensa explicações.









domingo, 30 de outubro de 2011

"VINHO DO PORTO"

VINHO DO PORTO...muita história para contar...




Vinho do Porto:
A produção é toda feita na região do Douro e o vinho é então transportado para essas caves para envelhercer e ser vendido. Para se chamar vinho do Porto, o vinho deve ser produzido na região do Douro.
 
 
Curiosidades:
1) O vinho do Porto mais comum não envelhece depois de engarrafado. Se você tem um guardado por muito tempo provavelmente ele já perdeu em qualidade. Talvez você possa usá-lo como vinagre.
2) Os vinhos mais caros e de qualidade muito superior, como os “Vintage”, podem ser guardados por mais tempo. Mas custam muito caro.
3) Os “Vintage” devem ser tomados em um ou dois dias. Já os vinhos mais comuns como o Ruby e o Tawny podem ser consumidos em até seis meses. Quatro meses para o Tawny e seis para o Ruby.
4) A diferença entre o Ruby e o Tawny é que o Ruby é envelhecido em toneis bem grandes de madeira. Um tonel tem capacidade para até 70 mil litros de vinho. Ou seja, devido ao enorme tamanho do tonel, o vinho tem pouco contato com a madeira (carvalho) e assim seu envelhecimento não é o melhor. Já os Tawnys são envelhecidos em barris de carvalho menores e em geral por mais tempo. Isso dá uma coloração mais clara ao vinho e um sabor melhor. O preço também é um pouco mais elevado, mas eu diria que nesse caso o custo compensa, pois se trata de um vinho bem mais elaborado.
5) Os vinhos do Porto com excessão das garrafas datadas são uma mistura de vinhos. Se você compra um vinho de 10 anos, quer dizer que está tomando uma mistura de vinhos de 8 a 15 anos que na média ponderada tem 10 anos.
6) Alguns vinhos são extremamente doces. Para produzir esse tipo de vinho eles interrompem a fermentação logo no primeiro dia o que faz com que todos os açucares sejam mantidos. Esses são os vinhos prediletos das mulheres. No caso da Ferreira, o vinho das mulheres se chama Lágrima. Já para a produção dos outros vinhos, a fermentação dura em torno de 3 a 4 dias, quando então é adicionada uma aguardente de 70% ao vinho.

No final da visita temos direito a uma degustação de um branco e um tinto e como não poderia deixar de ser, uma visita a loja oficial da cave.
E na loja pode comprar o cálice oficial de vinho do Porto desenhado pelo famoso arquiteto português Álvaro Siza Vieira, é um must have, ou melhor: must buy!!
O design é tradicional e moderno, com a forma clássica, mas mais alto e fechado no topo para melhor libertar os aromas. Assenta numa haste de quatro faces com uma base redonda, ligeiramente mais delgada de um dos lados, e apresenta um detalhe incrível: um pequeno recorte em forma de meia lua numa das arestas, no meio do pé, onde se encaixa o polegar, e é isso que faz a diferença nesta peça, onde junta a utilidade e funcionalidade à capacidade para encantar, como deve ser qualquer objecto de design perfeito.